Monthly Archives: setembro 2016

Caminhos para um ensino de qualidade, moderno é ético

Por Fátima ChuEcco

Segundo Silvana Andrade, fundadora e presidente da ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais, a primeira agência do gênero no mundo e a maior da América Latina, não há a mínima necessidade do uso de animais vivos na educação com tantos métodos substitutivos disponíveis: “Com todos os recursos existentes já há bastante tempo, as universidades não têm justificativa ética, financeira e tecnológica para continuarem com essa prática cruel e obsoleta de explorar animais no ensino. É preciso que os professores saiam do obscurantismo e ensinem de uma forma ética, eficiente e moderna. Essas práticas são na verdade, do ponto de vista didático, um processo de dessensibilização dos futuros profissionais que, ao invés, de humanizarem o atendimento aos pacientes, acabam se tornando frios”.

E ela lembra que, “a Lei Federal de Crimes Ambientais N º 9.605/98, em seu artigo 32, parágrafo 1º, diz que incorre em penas de maus-tratos contra animais quem realiza a experiência dolorosa ou cruel em um animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos quando houver recursos alternativos. E no parágrafo 2º diz ainda que a pena aumenta de 1/6 para 1/3 se ocorrer morte do animal”.

Nos Estados Unidos, mais de 90% das faculdades de Medicina não utilizam mais animais em experimentos, entre elas, instituições conceituadas, como Harvard, Stanford e Yale. Na Grã-Bretanha e Alemanha 100% as faculdades de medicina não utilizam mais animais em experimentos.

f-2-4-768x358

Segundo o Comitê Médico para a Medicina Veterinária Responsável (com sede em Whashington),apenas quatro faculdades nos EUA e Canadá ainda usam animais vivos das 187 existentes.

“Hoje, já existem métodos substitutivos que dispensam o uso de animais, garantindo plena eficácia de aprendizado. Essa substituição é prevista por lei no Brasil, mas poucos estabelecimentos de ensino a cumprem, preferindo, ainda, consumir vidas de milhares de animais num processo que visa somente a passagem de conhecimento, não a obtenção dele. Nas melhores universidades europeias e inglesas, o uso de animais já foi abolido, demonstrando respeito para com a vida dos animais e para com os estudantes, que, desse modo, valorizam mais a vida, como um todo”, comenta Nina Rosa, presidente do Instituto Nina Rosa, em seu site.

O Brasil mostrou-se rumo a essa tendência ao ter a professora Júlia Maria Matera, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP premiada em fevereiro pela World Animal Protection, uma das entidades mais respeitáveis do mundo. A professora ficou em primeiro lugar no concurso “Métodos substitutivos ao uso prejudicial de animais no ensino humanitário da Medicina Veterinária e Zootecnia na América Latina”. O terceiro lugar do prêmio ficou para a professora Simone Tostes de Oliveira Stedile, da disciplina de Semiologia da Faculdade de Medicina Veterinária – Universidade Federal do Paraná.

Na USP eram utilizados cerca de 300 animais por ano recolhidos do CCZ e isso incomodava muito a professora Julia. “Pesquisamos alternativas e encontramos uma técnica para embalsamar cadáveres no século 18. Com a introdução dos cadáveres cedidos pelo Hospital Veterinario da FMVZ com autorização dos tutores, todos os alunos passaram a poder realizar os procedimentos e, inclusive, repeti-lo. Além disso você tem um aluno muito mais concentrado, que consegue prestar atenção e pode repetir o procedimento sem culpa”, declarou ao boletim da USP.

Rosângela Ribeiro, gerente de programas veterinários da World Animal Protection Brasil, disse por ocasião do concurso da instituição: “A professora Julia Matera revolucionou a forma de ensinar cirurgia porque passou do uso de animais vivos para o uso de cadáveres de fonte ética”.f-3-3

O site da World Animal diz ainda sobre a USP: “Os alunos aprendem a fazer incisões (cortes), suturar (costurar), conter hemorragias (sangramentos) e treinam técnicas cirúrgicas importantes antes de tratar animais que realmente precisam de atendimento. Frequentemente, nos cursos de medicina veterinária e zootecnia, o uso de animais em sala é feito de forma prejudicial. Isto significa que milhares de animais são submetidos a algum tipo de dor, estresse físico e/ou psicológico, privados de suas funções biológicas ou mesmo mortos para fins didáticos. Os métodos humanitários não prejudicam os animais. São simuladores (realidade virtual), manequins, impressoras 3D, vídeos de treinamento cirúrgico e uso de cadáveres de origem ética”.

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por exemplo, tecidos sintéticos e bonecos são utilizados para simulação no treinamento de suturas, pontos e punções vasculares, como conta o professor Brasil Silva Neto, do departamento de cirurgia. “Acreditamos que para o treinamento necessário dos alunos isto seja suficiente, antes que os mesmos tenham contato com pacientes. No último mês, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) inaugurou um centro de simulação virtual em cirurgia, onde não somente habilidades básicas, mas procedimentos mais avançados podem ser praticados em realidade virtual”.

O curso de veterinária da PUC-Campinas também aboliu o uso de animais vivos. “O uso de animais vivos em sala de aula dessensibiliza o aluno”, diz a professora Odete Miranda, da Faculdade de Medicina do ABC que não utiliza mais animais desde 2007 na graduação de Medicina. “O padrão internacional de ensino vai nessa direção”, diz Karen Abrão, diretora da Escola de Ciências da Saúde da Faculdade Anhembi-Morumbi que não utiliza animais vivos em seu curso de Medicina desde2008.

“Várias inovações foram divulgadas pelo veterinário Hassen Jerbi, um apaixonado pelo ensino de Medicina Veterinária. Entre as réplicas, há órgãos diversos, sistemas digestivos de cavalos, modelos de cães, vacas e até um bezerro para simular o parto”, diz a bióloga Karlla Patrícia no Blog Diário de Biologia.

 

Cães no escritório elevam o bem-estar do ambiente de trabalho

Quem convive com um cachorro em casa sabe a felicidade que esse anjinho de quatro patas traz. E a hora de desfrutar das alegrias promovidas pelo animal pode se estender até o seu local de trabalho.

Pesquisadores do Centro de Interação entre Seres Humanos e Animais, da Universidade da Comunidade de Virgínia (VCU) concluíram que a presença de um cachorro dentro do escritório pode expandir o bem-estar de todos os funcionários e do próprio animal.

A pesquisa analisou o dia a dia de algumas empresas americanas e constatou que os funcionários que levaram seus cachorros para o trabalho apresentavam um nível de estresse menor e um grau de produtividade maior do que os que não levaram nenhum animal.

Além disso, a presença do animal no escritório também melhora a interação entre os funcionários, criatividade, motivação e harmoniza o ambiente por completo.

Esses resultados surgiram em diversos departamentos nas empresas, como no marketing, setores operacionais, administração, entre outros.

Mas um ambiente em que os cães correriam soltos e fariam uma grande bagunça, poderia ter um efeito contrário e acabar prejudicando o rendimento e concentração dos funcionários.

Para isso, a empresa precisa contar com uma estrutura de recepção dos cães e de administração de problemas como fezes, agitações, acidentes, entre outros. Caso queira adotar o método, a empresa precisa também pensar em como lidar com aqueles funcionários que apresentam alergias ou fobias aos cachorros, por exemplo.

Fonte: Clube dos Animais

Centro de reprodução de pandas apresenta filhotes a público na China

Reprodução em cativeiro ainda é essencial para preservar os pandas. Panda gigante já não está em risco de extinção, mas ainda é vulnerável.

Um grupo de 23 filhotes de panda nascidos em 2016 foram apresentados ao público em Chengu, na China, nesta quinta-feira (29). Eles nasceram na Base de Pesquisa de Reprodução de Pandas Gigantes de Chengdu, na província de Sichuan.

O panda gigante já não está em perigo de extinção, mas continua sendo uma espécie vulnerável, ameaçada pelas epidemias e pelas mudanças climáticas. Por isso os centros chineses de reprodução em cativeiro continuam sendo cruciais para garantir a sobrevivência desses animais.

 

panda-chengdu2

A Base de Pesquisa de Reprodução de Pandas Gigantes de Chengdu foi criada em 1987, devido à crescente ameaça de extinção do animal – um cenário catastrófico que parece ter sido descartado por enquanto.

A população do panda gigante se divide em 33 grupos diferentes, dos quais 18 têm menos de uma dúzia de exemplares cada, o que deixa a espécie em alto risco de desaparecimento, segundo pesquisadores.

Do G1, em São Paulo

Califórnia aprova lei que autoriza pessoas a quebrarem janelas de veículos para resgatar animais

O governador da Califórnia (EUA) Jerry Brown assinou uma lei que permite que os moradores do estado quebrem as janelas de veículos para resgatar animais em perigo devido ao superaquecimento.

A lei AB 797 foi proposta após uma série de incidentes trágicos nos quais os cães morreram depois de serem deixados no interior de carros fechados em dias com temperaturas elevadas.

“Estamos muito entusiasmados em saber que isto irá salvar vidas. Obrigado a todos que nos ajudaram a conscientizar as pessoas para esta questão extremamente séria e mostraram seu apoio”, disse o republicano Marc Steinorth em um comunicado no Facebook.

Sob a AB 797, um cidadão deve primeiro contatar os oficiais para expor a situação em que ele acredita que é perigosa para um animal.

Porém, se o animal estiver em perigo iminente, o veículo trancado e os oficiais não chegarem rápido o suficiente, o projeto prevê imunidade de responsabilidade civil e penal a uma pessoa que causar danos ao veículo com a finalidade de resgatar o animal, informou o Los Angeles Times.

Temporada de calor excessivo pode até matar animais

(Foto: Marcelo Horn/ GERJ/ Fotos Públicas)

Com a chegada dos meses mais quentes, não são somente as pessoas sentem desconforto com o aumento da temperatura. Cães e gatos também são bastante prejudicados com o calor e precisam de cuidado redobrado para que não passem mal ou até venham a óbito.

A veterinária Rebeca Maria explica que os animais domésticos sentem bastante calor, mas, diferente dos humanos, a transpiração, no caso dos cachorros, acontece pela língua. Este deve ser o primeiro sinal observado pelos tutores ao presenciarem um cão arfando de maneira pesada.

“Principalmente em raças de focinho curto, como Puggle e Buldogue Francês, pois eles acabam tendo a respiração dificultada, sobretudo nesta época do ano, podendo até passar mal, já que hiper aquecem mais rápido e, se não forem atendidos com urgência, podem morrer de hipetermia. Mas claro, todas as raças merecem atenção redobrada”, frisa.

Uma dica importante é sempre deixar os animais em locais sombreados e, caso fiquem dentro de casa, ligar o ventilador ou o ar-condicionado para amenizar a temperatura. A água dos pets deve ser trocada várias vezes ao dia para que permaneça sempre fresca e agradável ao consumo.

“Se a gente, que não tem pelo, for para o local que o animal fica e estiver desconfortável, pode ter certeza que o cachorro fica desconfortável também; então, é importante levar isso em consideração. De vez em quando, pode colocar gelo na água para deixá-la fresca por mais tempo ou oferecer ao cachorro para ele brincar”, cita a veterinária.

Passeios

Rebeca Maria salienta que se deve evitar passeios em horários mais quentes, quando a incidência da luz solar é maior. É preferível optar pelo final da tarde e início da noite e ficar atento com o começo da manhã, vez que, neste período, a temperatura começa a aumentar a partir das 7h.

“Em Teresina, até no começo da manhã, fica mais complicado, porque, às 7h, a temperatura já está bem quente; então, é melhor deixar para passear com o cachorro no começo da noite. Vale ressaltar que é preciso evitar as calçadas quentes, porque os cães não têm proteção. Quando for passear, a pessoa deve colocar o pé descalço no chão, se a temperatura estiver confortável para o indivíduo, então está confortável para o seu animal; se não estiver, para ele também não estará”, orienta Rebeca Maria.

Erros

Um erro muito comum para os tutores de animais domésticos é molhar o animal com o objetivo de amenizar o calor. Isso deve ser evitado, segundo a veterinária, vez que pode causar um problema de pele grave no cachorro. Os banhos diários também devem ser evitados, independente do clima.

“Cachorro não foi feito para tomar banho todo dia. Tomar banho de piscina pode, desde que supervisionado porque há riscos, mas depois é preciso molhá-lo com água sem cloro e secá-lo. Nunca deixá-lo molhado, porque isso pode causar alguns problemas para ele”, finaliza a veterinária Rebeca Maria

Fonte: Portal O Dia

CÃES PODEM DEIXAR DE CONFIAR EM PESSOAS QUE MENTEM

É isso mesmo, cães são inteligentes, entendem quando mentimos pra eles e em alguns casos podem chegar a deixar de confiar em pessoas que já mentiram pra eles, isso porque os cães passam a classificar aquelas pessoas como humanos que potencialmente podem mentir.

Sei que algumas pessoas não vão acreditar nisso, mas você já mentiu pro seu cão dizendo que iriam passear e o levou ao veterinário? Todo mundo já fez isso alguma vez, mas percebeu que ele se demonstrou desconfiado quando você o chamou para passear em outro momento?

Estudo confirma que cães perdem a confiança nas pessoas.

Um estudo realizado na Universidade de Kyoto, no Japão comprovou que os cães deixam de confiar nas pessoas que mentem. No estudo foi usada a brincadeira de esconder um objeto, então uma pessoa apontava ao cão onde o brinquedo estava, na segunda rodada a mesma pessoa apontava um lugar errado, onde o brinquedo não estava, mentindo para o cão.

Quando chegava a terceira rodada o cão não confiava na pessoa que mentiu anteriormente e não seguia para o lugar que a pessoa apontou. Então uma nova pessoa era trazida e o cãozinho acreditava nessa pessoa que não havia mentido para ele ainda.

Inteligência Social

Segundo os pesquisadores os cães possuem uma inteligência social muito maior do que imaginamos, já ficou bravo depois de descobrir que alguém mentiu para você? Para os cães funciona assim, quando são enganados pela primeira vez a culpa é do humano e quando são enganados pela segunda vez a culpa é deles por ter acreditado novamente na pessoa.

Segundo os pesquisadores, se seu cão não confia em uma pessoa, você pode sim confiar no seu cão, pois eles entendem quando as pessoas mentem mesmo que não seja para eles e passam a demonstrar desconfiança por aquela pessoa.

Os cães também são ótimos em leituras gestuais, mesmo guardando em torno de 200 palavras, eles conseguem entender muito bem os gestos, por isso os comandos são acompanhados por gestos. Então eles conseguem ler na expressão corporal das pessoas se ela é ou não confiável.

Desobediência

A desconfiança que seu cãozinho pode criar em você por mentir vai resultar em desobediência, então o objetivo de sua mentira de tornar alguma atividade mais fácil vai por água a baixo. Depois de observar que você prometeu por várias vezes algo positivo e na verdade proporcionou a ele algo que ele não goste, o cãozinho vai deixar de acreditar em você.

E isso vai resultar na desobediência, se seu cão era um animal obediente, que seguia seus comandos, tudo isso vai se perder, ele provavelmente vai parar de obedecer, começar a fazer todas as coisas que foi ensinado a não fazer, e até mesmo pode chegar a desafiar sua liderança por acreditar que você não está apto para liderar, já que mente.

Não minta para o seu cão

Se você costuma fazer brincadeiras onde engana seu cão, ou mentir para ele dizendo que a ida ao veterinário ou pra tomar vacina é só um passeio, ou se costuma mentir de qualquer outra forma para o seu amiguinho, pare de fazer isso!

Seu cão entende muito bem quando você mente para ele e pode parar de confiar em você, por mais que seja complicado dar um banho quando ele sabe que vai tomar banho, não diga que é outra coisa, pois ele vai saber que você está mentindo para ele, seu cão sempre vai saber, e por mais que te ame, ele pode sim deixar de confiar em você.

O cachorro jamais vai te enganar então também não minta para ele, é importante para os cães ter uma relação saudável com os tutores. Tutores que se tornam líderes de seus cães por meio da confiança e do respeito serão seguidos e defendidos por seus cachorros até o fim da vida deles, por isso proporcione sempre o melhor para o seu cão, ele será um animalzinho muito mais feliz e tranquilo se puder confiar em você e a ligação de vocês será ainda mais forte.

Fonte: R7

Porcos são torturados e brutalmente assassinados por grande indústria de carne

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Em maio deste ano, o Animal Legal Defense Fund divulgou uma investigação secreta realizada em uma fazenda que explora porcos em Nebraska (EUA). O local é propriedade do Maschhoffs, LLC, o terceiro maior produtor  de carne  de porco no país e fornecedor da indústria Hormel Foods.

A investigação expôs extremos abusos e maus-tratos de porcas e seus filhotes, incluindo animais privados de comida e água durante dias, sofrendo com prolapso retal, rupturas intestinais e grandes feridas abertas.

Os filhotes muito doentes ou pequenos foram assassinados de maneira brutal, suas cabeças foram esmagadas no chão de concreto. Um vídeo revelou os leitões tendo convulsão enquanto sofriam uma morte lenta e agonizante.

Devido a estes abusos chocantes, Animal Legal Defense Fund apresentou queixas criminais contra a fazenda e a Hormel suspendeu a Maschhoffs de sua lista de fornecedores.

Agora, outra investigação chamada The Price of Pork, divulgada pelo Chicago Tribune, confirma que as terríveis torturas presenciadas pelo Animal Legal Defense Fund são frequentes na instalação.

A série de notícias revela as condições dos confinamentos de porcos em Illinois, os funcionários das instalações e, especialmente, o sofrimento dos animais gravemente maltratados.

Vários funcionários relataram os  abusos de animais nas instalações da Maschhoffs, o que não surpreendeu o Animal Legal Defense Fund.

Um ex-funcionário da Maschhoffs afirmou ter visto seus colegas de trabalho “espancando os porcos com remos, mangueiras, placas e barras de metal” até os animais ficarem incapazes de se mexer.

Outro ex-funcionário disse que os trabalhadores sentiam prazer em ver a miséria e a dor dos animais e até mesmo os assassinavam com uma pistola de parafusos atirados no meio de seus olhos após eles serem extremamente torturados, informou o One Green Planet.

Em resposta do Tribune, o presidente da Maschhoffs Bradley Wolter disse se sentir ultrajado sobre estas alegações, mas a investigação mostra que realidade destes animais é permeada pelo horror e pela escuridão.

A empresa tenta esconder o que ocorre dentro de sua instalação e diz ao público que está “empenhada em assegurar o bem-estar” dos animais. Enquanto isso, diversos animais são obrigados a suportar existências miseráveis e depois são assassinados por uma indústria que visa apenas ao lucro.

Saiba os motivos da queda de pelo em animais de estimação

A queda de pelos em animais pode ser resultado de vários fatores. Desde causas naturais, como a troca de pelagem de acordo com as estações do ano, até patológicas, normalmente acompanhadas de vermelhidão na pele. E descobrir a causa dessa queda é o primeiro passo para saber como lidar com o problema.

Em cães, é normal que a queda ocorra de forma moderada durante todo o ano, mas existem dois momentos em que esta troca acontece com mais intensidade. Como a pelagem funciona como reguladora de temperatura do corpo, precisa se adaptar às condições oferecidas em cada estação, aumentando sua troca no verão e no inverno. Outra causa natural, específica em fêmeas, é a queda de pelos recorrente de hormônios sexuais. Após o cio ou o parto, por exemplo, a queda tende a aumentar.

Já no caso dos gatos, a veterinária Alice Aranha explica que, para raças de pelos mais longos, a perda é proporcionalmente maior em relação aos de pelame curto e que, em caso da permanência dos pelos soltos, os gatos tendem a se lamber, causando um acúmulo no trato digestório, mais conhecido como ‘bola de pelo’.

Mas é preciso estar atento, pois a queda pode estar diretamente relacionada à saúde do animal. Confira as principais causas patológicas de queda de pelo em animais:

Estresse agudo: animais que passem por situações de estresse, como mudanças, viagens ou perda do dono.

Parasitas: piolhos, pulgas e carrapatos podem resultar em doenças como a sarna, frequentemente associadas à coceira;

Desordens hormonais: hipotireoidismo, por exemplo, doença frequente em algumas raças, causa alterações de pele e pelos.

Alimentação desbalanceada: alergias alimentares ou de contato também podem ocasionar alterações nos pelos.

Escovação
Nathalia Roman, estudante de Sorocaba, conta que, desde que adotou sua gatinha Felícia, a queda de pelos se tornou um incômodo. “Ela sempre teve queda e sempre na mesma quantidade, mas o que me incomodava mesmo é que, além de cair por toda a casa, ela ingeria muito pelo”.

14408811_10209568242154918_650460621_n

A veterinária explica que, para quedas naturais, uma simples escovação diária é o bastante para resolver o problema de renovação de pelos. E foi assim que a estudante ficou livre do desconforto.

Nathalia conta que experimentou algumas técnicas caseiras para tentar amenizar o problema, mas foi a partir de pesquisas na internet que descobriu o produto certo para suas necessidades. “Tentei retirar os pelos superficiais com luvas de borracha, mas não resolveu. Foi então que, vendo vídeos de dicas na internet, descobri uma escova que superou minhas expectativas. Além de me livrar dos pelos mortos, descobri que a Felícia adora ser escovada”, comenta a estudante.

Fonte: G1

NOIVA SUBSTITUI BUQUÊS DE FLORES POR FILHOTES RESGATADOS EM FOTOS DE CASAMENTO

Uma noiva da Pensilvânia, nos Estados Unidos, deixou mais do que claro o seu amor pelos animais quando planejou seu casamento. No ensaio com as madrinhas e os padrinhos após a cerimônia, Sarah Mallouk Crain substituiu os tradicionais buquês de flores por filhotes de cachorro. A ideia dela era promover a adoção dos bichinhos.

Seis filhotes de cachorro de apenas dois meses de vida fizeram a participação mais que especial nas fotos. Nos Estaodos Unidos, as madrinhas (ou damas) também carregam buquês, assim como a noiva. Nas fotos, todas elas aparecem com filhotes.

eua_pensilvania_foto_filhotes3

Os padrinhos também tiveram a oportunidade de se divertir com os cachorrinhos. De acordo com a noiva, eles amaram.

“Eles se divertiram tanto com os filhotinhos” disse Sarah ao Inside Edition.

eua_pensilvania_foto_filhotes2

A fotógrafa do casamento Caroline Logan postou dois cliques do grande dia de Sarah e chamou atenção dos internautas para a ideia inovadora da noiva.

“Quem precisa de buquês quando se tem filhotes?”, brincou Caroline.

Com essas fotos, Sarah espera promover mais adoções de filhotes. Ela disse ao Inside Edition que esses cãezinhos do casamento estarão disponíveis para adoção em breve.

eua_pensilvania_foto_caes

Fonte: Extra

 

CADELA ENTRA EM DEPRESSÃO DEPOIS DE SER ABANDONADA PELOS TUTORES EM ABRIG

A foto de uma cadela deprimida num abrigo se tornou viral esta semana e tem deixado os amantes dos animais com o coração na mão. Nela, a fêmea de labrador preta chamada Cash aparece virado para o canto de uma sala 24 horas depois de ter sido deixada na Fundação Haley Graves por seus antigos tutores.

eua_cadela_depressao_abandonada_abrigo2

“Isso é o que acontece quando pessoas trazem seus cachorros para um abrigo”, escreveu Tammy. “Esta é a realidade de ter um animal de estimação de forma irresponsável e do sistema de abrigos. Isso não é um problema de abrigos, isso não é um problema de resgate. Isso é ser proprietário de maneira irresponsável”.

Para a sorte de Cash, seu tempo vivendo em um abrigo já chegou ao fim e ela foi adotada.

eua_cadela_depressao_abandonada_abrigo3

Fonte: Extra