Monthly Archives: novembro 2016

“Os animais não existem para nos divertir!”, dizem ativistas em manifestação contra vaquejada

Foto: Divulgação

Entidades e grupos de proteção animal se manifestaram pacificamente na manhã deste domingo, 27, na Praça da Liberdade, no bairro Funcionários, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte (MG). Os grupos se reuniram contra deputados federais e senadores na terceira manifestação nacional do ato contra a vaquejada, intitulada”Crueldade nunca mais”. A Polícia Militar (PM) informou que havia 250 manifestantes. A organização disse que eram 500.

A pauta deste domingo foi “Os animais não existem para nos divertir!”, uma reafirmação das conquistas dos direitos dos animais. A confusão com os políticos começou quando o legislativo federal propôs leis ordinárias e emendas constitucionais para transformar em patrimônio cultural ou esportivo a exploração de animais em competições, como rodeios e vaquejadas, por exemplo.

A atitude foi vista como retaliação da bancada ruralista por conta da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou ilegal a vaquejada.

Contudo, posteriormente, deputados federais e senadores criaram projetos de leis federais que visam regulamentar a exploração e o sofrimento animal para a diversão humana – 50 modalidades de uso animal para competição passariam a ser consideradas cultura, expressão artística e esporte) – medida que os manifestantes consideram uma afronta ao Poder Judiciário e à Constituição Federal Brasileira.

Fonte: G1

Estudo revela que vegetarianismo pode promover melhorias no desempenho de atletas

Reprodução/Clearly Veg

Uma nova pesquisa da Universidade do Arizona (EUA) revelou que os atletas vegetarianos podem ter um desempenho melhor do que aqueles que consomem produtos de origem animal.

Esta é mais uma evidência que desconstrói mitos sobre o veganismo e mostra como este estilo de vida é extremamente benéfico também para as pessoas inteiramente dedicadas ao esporte.

O número de atletas que optam por uma alimentação à base de vegetais continua a crescer em todo o mundo, o que ajuda a conscientizar as pessoas sobre a compaixão, os efeitos positivos na saúde e na força trazidos por hábitos livres de crueldade.

O estudo, publicado na revista Nutrients, seguiu dois grupos de participantes: alguns vegetarianos e outros que comiam carne. Os pesquisadores registraram suas pontuações máximas de absorção de oxigênio (VO2) e as mulheres vegetarianas tiveram uma pontuação 13% melhor do que aquelas que comiam carne, reportou o Clearly Veg.

Este é mais um estudo que demonstra como o vegetarianismo promove melhorias também no desempenho e na saúde de atletas.

Fonte: Anda Noticias

ONGs e protetores de animais sentem efeitos da crise em São José dos Campos (SP)

Em crise, ONGs têm dificuldades para cuidar de animais abandonados em São José (Foto: Filipe Rodrigues/G1)

A crise econômica que atinge o país também afeta a vida dos animais em São José dos Campos (SP). De acordo com ONGs e protetores de animais, a ajuda com rações e medicamentos para manter os animais resgatado diminuiu e para evitar custos, menos pessoas têm adotado um cachorro ou gato.

A Associação Bicho Brasil (ABB) de São José dos Campos é uma das entidades que encontra dificuldade financeira por causa da crise. Eles cuidam de 30 animais e para o grupo, o que mais afetou foram os padrinhos dos animais deixarem de colaborar com doação de ração e remédios.

“Algumas pessoas pararam de ajudar ou porque perdeu trabalho ou porque a empresa não está bem ou porque o inquilino está devendo aluguel. Refletiu para a gente. Por exemplo, eu tenho uma pessoa que me ajudava há quatro anos para um cachorro de com ração. Ele está em um hotel e eu pago mensalidade. Agora, faz três meses que ela não consegue me ajudar e fica muito difícil para conseguir. Como ele é porte grande, ninguém adota”, contou a fundadora da ABB Eliana Meira.

Ela conta que o custo com cada animal é de cerca R$ 350 com ração, medicamento, veterinário e castração. Há dois anos, as doações e ajuda chegavam a 70% do valor total dos custos dos animais. Atualmente, ele valor não chega a 40%.

“Sem contar que muita gente abandona por falta de custos para cuidar e aumenta mais o número de animais em situação de rua. É um trabalho que não tem fim. Se cada um se responsabilizasse pelo seu animal sabendo que ele vai crescer e precisar de cuidados, a vida deles seria muito melhor. A crise mexeu muito com a população e sempre sobra para o animal, que é abandonado na primeira dificuldade. A pessoa acaba indo morar com a mãe, irmão para reduzir o custo e abandona o animal”, disse.

02-26

Animais esperam por anos para serem adotados (Foto: Arquivo Pessoal/Marilu Godoi)

A Organização para Proteção de Animais de Rua (Opar), que cuida de 170 cães e gatos, acredita que a crise fez com que menos pessoas adotassem animais para evitar novos custos. Com isso, cada vez mais fica difícil recolher os animais das ruas.

Os animais ficam distribuídos na casa de 15 voluntários, que são responsáveis pelos custos de cada animal. A voluntária Raquel Fiorio tem 60 cães e 40 gatos na casa dela e por dia gasta 40 quilos de ração.

“Antes o giro de animais era maior e mais fácil e por isso, conseguíamos recolher mais animais. Por causa da crise eles ‘empacaram’ e nós não podemos cuidar de outros porque já temos muitos”, disse a voluntária.

Para os protetores independentes, a crise também dificulta o trabalho. A protetora Marilu Godoi cuida de 13 animais. Para ela a principal dificuldade, é o preço dos itens necessários, que está mais caro.

“As coisas estão mais caras, ração teve aumento, despesas com veterinário, vacina e castração também e a ajuda com doações têm diminuído cada vez mais. Levo sempre os animais em feiras de adoção, mas cada vez está mais difícil. O poder público não olha para essa causa e cada vez está mais difícil”, reclamou.

Prefeitura
A Prefeitura de São José dos Campos informou que no Centro de Zoonoses há 134 animais, sendo 36 cães e 6 gatos disponíveis para adoção. Eles só recolhem animais que oferecem algum risco à saúde humana.

Quanto ao controle de animais, para evitar uma superpopulação, a atual administração diz que implantou um programa de castrações que, desde 2013, já castrou 2.525 animais, sendo 1.526 cães e 999 gatos.

A prefeitura diz ainda que realiza uma feira de adoção por mês, sempre no ultimo domingo de cada mês, no Parque da Cidade, onde realizava também as inscrições para castração. A última feira foi em outubro.

A Secretaria de Meio Ambiente atua por meio de campanhas periódicas no sentido de promover a educação ambiental e conscientização da sociedade para o cuidado e respeito com os animais domésticos.

“Em nossa página da internet mantemos orientações à população sobre a guarda responsável de animais domésticos e divulgamos também o contato de ONGs, as quais temos conhecimento, que promovem feiras periodicamente”, diz trecho da nota.

Fonte: G1

Lei permite que animais de estimação sejam enterrados nos mesmos jazigos dos donos

O projeto de lei foi sancionado pela câmara de Blumenau, em Santa Catarina, e aguarda aprovação do prefeito

A Câmara de Vereadores de Blumenau, em Santa Catarina, aprovou um projeto de lei para regulamentar o sepultamento de animais domésticos junto com seus donos. A matéria ainda depende da sanção do prefeito.
De acordo com a Câmara, se sancionada, a lei permitirá que os animais sejam sepultados em campas e jazigos de cemitérios públicos e privados de Blumenau. Conforme o projeto de lei “o sepultamento destina-se prioritariamente a animais de estimação da família concessionária da área destinada ao jazigo”.
Segundo o Legislativo de Blumenau, os cemitérios privados poderão ter regras próprias para o enterro de animais domésticos. Pelo projeto de lei, a Diretoria de Vigilância em Saúde ficaria responsável por regulamentar o sepultamento dos animais nas áreas do cemitério.

Fonte: Com informações do G1

 

Fogos de artifícios: animais sofrem muito com o barulho

Foto Divulgação

Todo final de ano a história se repete, fogos de artifício, rojões, música e festa simbolizando o ciclo que termina e o outro que começa. Outro fato que se repete é a aflição dos animais que, por terem a capacidade auditiva superior a dos seres humanos se incomodam muito com tanto barulho. As organizações protetoras dos animais realizam campanhas contra o uso excessivo destas práticas, mas tem conquistado poucos adeptos solidários aos animais.

Medidas preventivas podem ser tomadas para amenizar o sofrimento dos cães, gatos e outros animais de companhia: permita que seu animal se esconda se ele demonstrar necessidade; cuide para que os portões estejam fechados para evitar fuga; algumas pessoas colocam algodão no ouvido do animal na tentativa de reduzir a intensidade do som.

Tratamento Preventivo
Outra medida preventiva é o uso do tratamento homeopático para o controle do estresse. A médica-veterinária, Patrícia Martins de Rezende, promotora técnica na Real H Nutrição e Saúde Animal é especialista em homeopatia e recomenda que o tratamento comece antes do período crítico. “A possibilidade de o animal reagir com eficácia ao tratamento é maior quando iniciado com antecedência, pois o produto já começa a agir reduzindo a resposta orgânica frente ao estresse”.

A Veterinária explica também que o método é “completamente ausente de toxidez, sem contraindicação e não oferecem riscos à saúde em caso de superdosagem” por se tratar de um tratamento natural. “Além disso, o produto é de fácil administração. Pode-se utilizar diretamente na parte interna da bochecha dirigindo as borrifadas sobre ela. Também pode ser adicionado na água de bebida ou sobre o alimento”, explica Patrícia.

Fonte: MS Notícias

Contrários a exploração animal, manifestantes se mobilizam em protesto contra vaquejada

O levante nacional para a manifestação de repúdio a aprovação da Projeto de Emenda Constitucional (PEC) – 50/16, que regulamenta a realização de vaquejadas no país também será realizado em Cuiabá (MT), no domingo (27). Contrárias aos maus-tratos e exploração animal, dezenas de pessoas vem se mobilizando pelo protesto, nomeado como Manifesto Contra Vaquejada e Rodeios Cuiabá. Pelo Facebook, o evento conclama a população à aderir a causa.

A organizadora do ato na Seade, Wanessa Rodrigues, alega a prática, considerada como atividade cultural por seus defensores, se trata na verdade da perpetuação da cultura de sofrimento animal. Para ela a divulgação e a proposta de um debate mais aberto sobre o assunto são especialmente necessárias no Estado, conhecido mundialmente pela força do agronegócio.

Além deste, outros nove projetos de lei do mesmo tipo tramitam atualmente no Senado e na Câmara Federal. Na página do evento na rede social é explicado que estas e outras atividades consideradas “tradicionais” no Brasil, na verdade se utilizam da tortura animal para promover entretenimento. “Se aprovadas, aberrações como briga de galo, provas de laço, e a farra do boi – já proibidas no Brasil, também passam a ser legais”, informa a página do evento na rede social”, diz trecho da descrição.

De acordo com Wanessa o movimento começa às 16h na Praça Santos Dumont, onde serão confeccionados cartazes informativos , que serão usados para a conscientização da população. “Traga faixas, cartazes fazermos uma manifestação significativa e dinâmica, convide os amigos! Vamos unir toda a sociedade contra a Vaquejada! Vamos nos manifestar para que o Governo saiba que nossa opinião deve ser ouvida.”

A proposta, segundo a página é mostra que esta não é a opinião da maioria dos brasileiros. Para isso, é reforçada a necessidade da adesão social. “Precisamos de todas as pessoas que compreendem que a crueldade praticada nas Vaquejadas não pode se tornar patrimônio cultural.”

O projeto
Em defesa da vaquejada, três projetos (PLS 377/2016, PLS 378/2016 e PLC 24/2016) classificam a atividade como patrimônio cultural brasileiro e uma proposta de emenda à Constituição (PEC 50/2016) assegura sua continuidade, desde que regulamentada em lei específica que assegure o bem-estar dos animais envolvidos.

Autor da PEC, o senador Otto Alencar (PSD-BA) quer encerrar a controvérsia em torno da vaquejada incluindo no texto constitucional permissão para “as práticas culturais de natureza imaterial que integram o patrimônio cultural brasileiro e comprovadamente não submetam os animais à crueldade”.

Ele também é relator de um dos projetos sobre o tema (PLC 24/2016), que reconhece o rodeio e a vaquejada como manifestações culturais nacionais e patrimônios culturais imateriais.

Fonte: Olhar Direto

Encontro vegano reúne chefs, lojas, artesãos e cosméticos em Vitória, ES

Evento também terá exibição de filmes e palestras sobre o tema (Foto: Divulgação/Cowspiracy)

Vitória vai receber pela primeira vez um evento vegano integrando palestras, bate-papos, filmes e encontro de restaurantes, culinaristas, lojas de cosméticos e artesãos. O “Bazar Vegano” será no sábado (26), das 10h às 20h, na Casa da Stael, Centro de Vitória.

A entrada do evento é beneficente. A organização está pedindo alimentos não perecíveis, preferencialmente orgânicos, que vão ser doados para a Associação Capixaba Contra o Câncer Infantil (Acacci).

Ao todo, 16 estabelecimentos participam da ação. À tarde, uma ninhada de gatinhos estará na casa para adoção responsável.

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A culinarista Lígia Sâncio é a organizadora do evento e explica que o objetivo é mostrar às pessoas que existem muitas opções de alimentamentos no estado feitos com responsabilidade sócio-ambiental.

“O Veganismo abre caminho para a discussão. O movimento luta pelo direito à vida de animais que são objetificados pela indústria alimentícia, mas é muito mais amplo e alcança questões ambientais e sociais”, completa Lígia, que também vai vender produtos preparados artesanalmente com vegetais orgânicos.

Expositores

A bióloga Denize Nascimento, dona da marca Nativa, é uma das expositoras do encontro.

Ela trabalha há um ano com a confecção de sabonetes, shampoos, óleos vegetais hidratantes e desodorantes naturais.

Ela conta que a Nativa nasceu por uma busca de não só cuidar do corpo com produtos orgânicos, mas cuidar do ambiente, gerando menos resíduos tóxicos para a natureza.

“O veganismo vai além da alimentação. A gente busca um consumo consciente. Não adianta ingerir produtos de qualidade e passar na pele um monte de coisa química, sintética. Esses produtos de higiene muitas vezes têm componentes químicos que ficam bioacumulados”, explica.

A alimentação pode mudar o planeta e a sociedade. O vegetarianismo também”
Jovana Demoner

O restaurante Alimento, que vem do antigo “Cio da Terra”, vai levar doces, lanches e até refeições para o bazar.

A gerente Jovana Demoner acredita que vai ser um momento de mostrar a diversidade dos produtos veganos do estado.

“O veganismo tem dado mais sentido para essa geração, que agora já tem consciência do que consome e sabe o que não quer. A alimentação pode mudar o planeta e a sociedade. O vegetarianismo também”, completa.

 

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O artesão Pingo Maonobarro vai levar utensílios de cerâmica, feitos de forma artesanal. Ele estará vendendo canecas, cumbucas, pratos e talheres.

“Eu sou vegano e escolhi trabalhar com a cerâmica por não ferir meus princípios. É uma atividade não envolve exploração animal. A gente procura reaproveitar ao máximo a matéria prima, evitar desperdícios não usar materiais poluentes ou que  causem danos”, conta.

Programação

10h às 11h: Rafaela Dornelas falando sobre a experiência em Agroecologia no Brasil e sua dimensão política, tema de sua dissertação de Mestrado pelo Dep. de Ciências Sociais – UFES.

11h às 11h30: Bate-papo com Aneleh Karina sobre seu percurso no Vegetarianismo e ativismo político.

11h30 às 13h – Exibição do documentário A Carne é Fraca (Instituto Nina Rosa, 2007).

13h30h às 14h30: “A Paz é Visceral” – Palestra da repórter e colunista Fernanda Couzemenco sobre alimentação natural .

14h30 às 16h:  Exibição do filme Samsara (Ron Fricke, 2011).

16h às 17h: Filosofia e Movimento Vegano – Palestra com o ativista Lobo Pasolini

17h às 18h30: Palestra: Comer como Ação Política com Elaine de Azevedo (Profa do Dpto de Ciências Sociais da Ufes).

18h30:  Exibição do filme Cowspiracy (Kip Andersen e Keegan Kuhn, 2014).

Participantes

Chef Vegan
Chica Libre
Doce Sinestesia
Empório Veganza
Faz Bem Estética e Cosméticos Veganos
Gegê Alimentos Orgânicose Veganos
Kombucha Viva o Dia
Ligia Sancio – Culinária Artesanal Vegana
Nativa Saboaria Artesanal
Pingo Cerâmica
Rama Quitutes Veganos
Restaurante Alimento
Restaurante Mãe Divina
Restaurante Sol da Terra
Terra Viva Produtos Naturais Orgânicos e Veganos
W.Truffies – Trufas Naturais Veganas

Serviço

Bazar Vegano
Data: 26 de novembro (sábado)
Horário: 10h às 20h
Local: Casa da Stael. R. Sete de Setembro, 263, Centro, Vitória.
Entrada: Fubá, arroz integral, feijão, óleo de girassol, triguilho, sal marinho, açúcar mascavo, lentilha, grão-de-bico, macarrão integral, canjiquinha, farinha de mandioca ou farinha de trigo integral.

Ibama realiza soltura de 115 animais recuperados em Alagoas

Técnicos do Instituto do Meio Ambiente (IMA-AL) e da Superintendência do Ibama em Alagoas realizaram, na manhã desta quinta-feira, 17, a soltura de 115 animais silvestres em uma área preservada de Mata Atlântica e uma tartaruga em uma praia de Maceió. Todos estavam em observação no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS/Ibama/AL).

Entre as espécies reintroduzidas, 97 pássaros, cinco preguiças, três iguanas, dois tejos, três jiboias, dois jacarés filhotes, dois cágados de barbicha e uma tartaruga marinha. Entre os pássaros, foram soltos animais das espécies cebite, sabiá-laranjeira, saíra-beija-flor, pintor-verdadeiro (sete-cores), sanhaço-cinza, pipira-preta, guriatã-verdadeiro e papa-capim (coleirinho).

A tartaruga chegou ao Centro de Triagem na última terça-feira com um pequeno ferimento na carapaça, mas o animal encontrava-se em boas condições de saúde e foi reintroduzido hoje em uma praia do Litoral Norte alagoano.

De acordo com Ana Cecília Lopes, consultora ambiental do IMA e médica veterinária, todos os animais foram marcados para facilitar os trabalhos de monitoramento pós-soltura. “Os mamíferos e repteis receberam microchips e os pássaros foram anilhados para identificação em casos de futuros avistamento. Todos estavam em boas condições de soltura”, destacou.

A equipe segue com as ações de soltura nesta sexta-feira, 18. Dessa vez os técnicos irão até a região do sertão para realizar a soltura de pássaros, répteis e mamíferos de espécies típicas do Bioma Caatinga.

Fonte: Cada Minuto

Cachorro de rua se esconde em carro e acaba adotado em Cariacica

A publicação já tem mais de 150 mil curtidas nas redes sociai

Uma publicação compartilhada nas redes sociais tem emocionado os internautas apaixonados por animais. Ao parar em um posto de combustíveis, em Jardim América, Cariacica, uma cachorra entrou no veículo de uma mulher. Ela, entendendo que a “fofínea” tinha a escolhido como dona, levou a cachorra para casa.
Uma página que publica histórias legais sobre animais compartilhou o post da mulher. A publicação já tem mais de 150 mil curtidas, mais de 11.300 compartilhamentos e mais de 2.800 comentários. Confira:

Projeto que proíbe venda de fogos de artifício é aprovado na Câmara de Porto Alegre, RS

Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

Medida passará a valer após sanção do Executivo.

Os vereadores da Capital aprovaram por unanimidade um projeto de lei que proíbe a fabricação e venda de fogos de artifício em Porto Alegre. O texto veda à prefeitura a concessão de alvará de funcionamento a empresas do setor. A proposta, de autoria da vereadora Lourdes Sprenger (PMDB), também cancela as licenças já concedidas na cidade. Para entrar em vigor, a matéria precisará ser sancionada pelo prefeito José Fortunati. A prefeitura ainda não se posicionou sobre o tema.

— É uma luta antiga que se intensificou depois do que aconteceu na Boate Kiss. As empresas não quiseram se modernizar, nem criar um fundo para auxiliar o município no cuidado de feridos — relata a vereadora.

Na justificativa, Lourdes Sprenger lembra do risco de acidentes no manuseio dos artefatos, mas também destaca a perturbação de doentes em hospitais e animais que possuem alta sensibilidade auditiva.

Pareceres

O projeto foi votado pela Câmara mesmo tendo recebido parecer contrário na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa. No relatório, é destacado que a competência para legislar sobre a fabricação e a venda de fogos de artifício é exclusiva do Exército. Ainda assim, o texto foi aprovado. O texto original ainda previa a proibição do uso dos artefatos em Porto Alegre. O trecho foi retirado através de emenda.

Por Mateus Ferraz 

Fonte: Olhar Animal