Monthly Archives: dezembro 2016

Nova lei certificará empresas que não fazem testes em animais em Minas

(Foto: Reprodução Internet)

Selo “Minas sem Maus-Tratos: Produto não Testado em Animais” será conferido às empresas e instituições que se destacarem pela não utilização de animais em experimentos científicos.

 A lei entra em vigor na data de sua publicação.O governador do Estado, Fernando Pimentel, sancionou a lei que cria uma certificação para as empresas que não testam seus produtos em animais. A Lei 22.403, de 2016, cria o selo “Minas sem Maus-Tratos: Produto não Testado em Animais” e foi publicada no Diário Oficial de Minas Gerais desta sexta-feira (16).

A nova lei define que o selo será conferido às empresas e instituições que se destacarem pela não utilização de animais em experimentos científicos. O texto também prevê que os critérios relativos à certificação e à aferição da distinção serão estabelecidos em regulamento.

A norma tramitou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na forma do Projeto de Lei (PL) 370/15, do deputado Fred Costa (PEN), e foi aprovada em 2º turno no Plenário em 30 de novembro.

A lei entra em vigor na data de sua publicação.

Fonte: O Tempo 

Em crise, Suipa facilita adoção e cria medidas para equilibrar as finanças

Foto: Extra

No mês passado, a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa) recebeu 440 gatos e 234 cachorros. No mesmo período, foram adotados três felinos e cinco cães. A conta não fecha. Pela primeira vez, em 73 anos, a associação faz estatísticas mensais de abandono de animais. Foi uma das medidas de Marcelo Marques, de 54 anos, que está à frente do abrigo há dois meses, depois da morte de sua antecessora, Isabel Nascimento. O novo presidente busca soluções para equilibrar as finanças e reduzir a população de animais de suas instalações. E implora: “Alguém precisa salvar a Suipa”.

O abandono de animais domésticos tem aumentado?

Em época de Natal e Ano Novo, o abandono costuma aumentar, por vários fatores. Um deles é que as pessoas saem de férias e não têm com quem deixar o animal nem estão dispostas a pagar hospedagem. A Suipa não tinha estatísticas mensais de abandono, então, começamos a fazer isso. Em novembro, recebemos 440 gatos e 234 cachorros. No mesmo mês, só três felinos e cinco cães foram adotados. Hoje, temos mais de cinco mil animais. Não temos mais espaço.

Qual é o quadro atual da Suipa?

A Suipa chegou a um ponto em que não podia ter chegado. A situação financeira está crítica. Estamos tomando medidas emergenciais para tentar sobreviver. Quando assumi a presidência, há dois meses, os funcionários estavam com três meses de salários atrasados e havia uma dívida com fornecedores de mais de R$ 70 mil. Fizemos um pedido desesperado de ajuda, e a sociedade correspondeu com a doação de 70 toneladas de ração. Assim, pudemos economizar algum dinheiro para acertar os pagamentos e quitar dívidas. Mas essa ração que foi doada só vai durar até semana que vem, e aí não sei o que fazer.

Quais são as medidas?

Primeiro estamos revendo toda a parte administrativa. Os nossos ambulatórios não tinham hora para encerrar os atendimentos. Como as consultas são mais baratas do que em qualquer outra clínica, a demanda é muito alta. Os veterinários atendiam até o último animal trazido, e isso gerava um custo muito alto de horas extras dos profissionais. Então, limitamos os atendimentos com senhas e não abrimos mais aos domingos e feriados. Além disso, paramos de receber animais saudáveis. Essa regra já existia, mas não era cumprida. O abrigo só recebe animais doentes ou machucados que não tenham tutores. Por fim, tornamos mais fácil a adoção de animais, excluindo alguns critérios.

Quais foram as mudanças em relação à adoção?

Os critérios para adoção eram muito rígidos e isso gerava muita reclamação de quem não conseguia adotar um animalzinho. Um dos critérios era geográfico. Apenas moradores da cidade do Rio podiam adotar. Então, se você morasse na Baixada, por exemplo, saía de mãos abanando. Esse critério não existe mais. Também era necessário mostrar o contracheque, o que impedia a adoção por parte de profissionais liberais. Além disso, não era permitida a adoção de cães com raça definida, apenas sem raça definida. A ideia por trás disso era tentar valorizar os últimos e impedir que só cães com pedigree fossem adotados. Mas a raça é uma coisa criada pelos homens, não pela natureza. Então, abolimos isso também.

Foto: Extra

Foto: Extra

Ainda existem restrições?

Em poucos casos. Quando você chega para adotar, pede-se que preencha um questionário e temos algumas recomendações. Por exemplo, sugerimos que cães de grande porte não sejam adotados por pessoas que morem em apartamentos pequenos. Há alguns casos, no entanto, em que a adoção só é liberada com ordem da diretoria. No caso de cães das raças pitbull e rottweiler, é preciso saber se a pessoa não está em busca de uma arma, em vez de um companheiro. E no caso de gatos pretos, precisamos ter cuidado porque são muito usados em rituais de magia negra.

Além de cães e gatos, que outros animais vivem na Suipa?

Temos de tudo: cavalos, porcos, tartarugas e até galos de briga avaliados em R$ 30 mil. São animais que chegam por ordem judicial e que nunca poderão sair daqui, sob o risco de serem reconduzidos às rinhas.

Quais são os gastos da Suipa?

Só de ração para cachorro, consumimos uma tonelada e 300 quilos por dia, o que dá mais de R$ 50 mil por semana. Contamos ainda com uma folha de 150 funcionários.

Qual é a solução?

Esperamos, com as medidas, reduzir despesas. Além disso, precisamos de novos sócios. Hoje, temos cerca de oito mil ativos. Cadastrados, temos muito mais, mas muitos já morreram ou deixaram de pagar. Outra solução é buscar parcerias. Alguém precisa salvar a Suipa. Em relação ao aumento da população de animais, investimos em campanhas de castração. Uma ONG americana mostrou que um casal de animais pode produzir duas ninhadas por ano, tendo de dois a oito filhotes por cada. Em dez anos, são dezenas de milhares de novos animais a partir de um único casal. É preciso diminuir essa população.

Em cinco anos, 65 mil animais

Do início de 2011 ao fim de 2015, mais de 65 mil animais passaram pela Suipa. Do total, 812 foram entregues por bombeiros, 3.758 foram resgatados pela própria associação e 60457 foram abandonados nas unidades do abrigo. No mesmo período, foram adotados cerca de 1300 animais, cerca de 2% do total.

“As pessoas que querem se desfazer de um cãozinho trazem para a Suipa e acham que estão fazendo um bem, mas não estão. Temos altos índices de mortalidade por motivos de depressão e briga, porque os cachorros são muito territorialistas. Além disso, os animais correm o risco de adoecer por ficar juntos a outros que estão em tratamento”, diz Marcelo.

O índice de mortalidade nos últimos anos chegou a 80%: mais de 50 mil animais morreram nas dependências da associação, que tem a política de não praticar a morte induzida em nenhum deles.

Para evitar o crescimento da população de animais abandonados, a Suipa incentiva a castração. Em cinco anos, 36 mil animais foram castrados no ambulatório da associação e outros 240 mil foram operados de forma gratuita, em programas de controle de natalidade promovidos no Rio.

Outra frente de trabalho é o incentivo à adoção. “Da última vez que fizemos um evento de adoção na zona sul, voltamos com mais animais do que levamos. Felizmente, temos visto mais pessoas passeando com animais sem raça definida, então, parece que aumentou o número de adoções. Torcemos para que mais pessoas tenham esse ato nobre”, esclarece o presidente do abrigo.

Para adotar um animal na Suipa, basta ter em mãos um documento de identificação e um comprovante de residência, além de preencher um breve questionário. A sede da associação fica na Av. Dom Hélder Câmara, nº 1.801, em Benfica, no Rio (RJ). Abre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e, aos sábados, das 8h às 12h.

Fonte: Extra

Jovem acusa ex de sequestrar pit bull para forçar retirada de medida protetiva

Keyllanne Martins, 23 anos, só conseguiu resgatar a cachorra após fazer um apelo nas redes sociais

Mia, pit bull que teria sido agredida pelo ex-namorado da dona, Keyllanne Martins

Uma jovem de 23 anos acusa o ex-namorado de ter roubado e agredido a cachorra dela no último sábado (17), em Vila Velha. Keyllanne Martins, que tem uma medida protetiva por conta de duas agressões do ex, conseguiu resgatar a pit bull, de 5 meses, após fazer um apelo nas redes sociais.
Keyllanne conta que estava com o atual namorado indo passear com a cachorra na frente de casa, em Guaranhus, quando o ex chegou. “Ele brincou com a Mia e saiu. Mas ele não pode se aproximar de mim nem da minha casa. Precisa ficar a uma distância de 500 metros por causa da medida protetiva. Depois, voltou e pegou a cachorra. Meu namorado tentou impedir, mas foi ameaçado por ele.”
Keyllanne relatou que, na mesma hora, ligou para a polícia e falou que tinha uma medida protetiva contra o acusado. “Quando liguei para o 190 pediram para eu esperar uma viatura. Fiz seis ligações. Após duas horas, uma viatura passou na rua e meu namorado foi atrás dela. Os policias disseram que já passava das 17h e eles não podiam fazer nada.”
Junto com o namorado, Keyllanne diz ter ido a um posto policial em Praia das Gaivotas. “Pediram para ligar para o 190 e disseram que era apenas um cachorro. Fiz um boletim de ocorrência online por agressão. Ontem (domingo) voltei no posto e me orientaram a ir à Polícia Civil hoje para fazer outro BO. Vou fazer por agressão à cachorra e outro por descumprimento da medida protetiva. Meu medo é ele chegar atirando na minha casa, comigo e a minha família dentro.”
Resgate
Ao ficar sem a pit bull, a jovem fez um apelo nas redes sociais. “Como o padrasto dele disse que a cachorra não estava em casa, imaginei que o meu ex fosse vendê-la. Ele postou em um desses grupos do WhatsApp de compra e venda de pit bull. Pedi que, se alguém tivesse nesses grupos, me informasse sobre a cachorra. Uma menina viu e o pai dela ligou para ele, dizendo ser PM e pedindo para devolver o animal.”
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De acordo com Keyllanne, o ex teria mandado uma mensagem para ela dizendo que não tem medo de policial e que devolveria o animal se ela retirasse a medida protetiva. “Eu disse que tiraria e um amigo dele trouxe a cachorra para mim, mas ela estava toda machucada. Ela saiu da minha casa saudável. Agora está com a orelha caída e chora de dor. Parece que ele chutou ela toda. Não deu comida e nem água para ela. Estava desidratada e não consegue ficar em pé. Uma veterinária me disse que ela precisa de um raio-x. Como não tenho condições, preciso de ajuda para tratar dela.”
Histórico
O relacionamento de Keyllanne e o ex durou um ano e sete meses. “A primeira agressão foi quando a gente estava tentando voltar o namoro. Fiz um boletim de ocorrência na delegacia. A segunda foi no meio da rua e, há cerca de quatro meses, consegui a medida protetiva.”
Polícia Militar
Em nota, a assessoria da Polícia Militar informou que a direção do Centro Integrado de Operações e Defesa Social (Ciodes) está apurando a reclamação da jovem.

Fonte: Gazeta Online

Animais reunem para celebrar o Natal

Quem disse que animais não devem celebrar o Natal?  Muitos donos dos pets, bem como animais reuniram para o evento realizado pelo Encontro de Aumigos, realizado pela Sandra e patrocinadores.

O evento reuniu vários animais para desfile bem como sorteios e brindes. Todos puderam celebrar e agradecer pelo momento de confraternização. Veja um pouco mais do momento dos pets:

Curitiba (PR) tem primeiro curso de chef vegano do Brasil

Foto: Gabrielle Mahamud

Após uma viagem de férias pela Índia, Lorelay Cardoso, diretora da Seduc Intec (especializada em de cursos de capacitação), passou a se interessar mais pela alimentação vegana e fez um curso de alimentação ayurvédica.

De volta ao Brasil, percebeu que apesar da grande procura, não havia nenhum curso similar disponível. Procurou o dono da Seduc e expôs sua vontade de criar um curso na escola voltada à esse público, e teve sua ideia abraçada por todos.

Com a proposta de estimular a sociedade a adotar o veganismo, o curso, que é o primeiro do país nessa especialidade, tem duração de 5 meses, já formou 3 turmas e tem mais 7 em andamento.

Nele, o aluno recebe dicas para fazer a transição para o veganismo, aprende técnicas de corte, preparo, bases da cozinha vegana, substituições, cozinha funcional, receitas sem glúten, queijos vegetais, cozinhas do mundo, crudivorismo, preparo de bolos e muito mais.

E no final do curso, os alunos recebem uma caixa surpresa e têm que preparar uma refeição criativa baseada nas aulas que tiveram. Para saber mais, acesse o site da Seduc.

Fonte: Olhar Direto

Polícia identifica homem que jogou cachorro por cima de portão de ONG em Itapetininga, SP

Segundo delegado, suspeito ia prestar depoimento nesta segunda-feira (12). Animal foi jogado na frente da ONG que cuida de animais em Itapetininga.

Homem jogou animal por cima de portão em ONG (Fotos: Reprodução/ TV TEM)

O homem que foi flagrado arremessando um cachorro através do portão de uma Organização Não Governamental (ONG) de Itapetininga (SP), na última quinta-feira (8), foi identificado pela Polícia Civil. Segundo o delegado responsável pelo caso, Marcus Tadeu Cardoso, familiares do suspeito afirmaram que ele prestaria depoimento na tarde desta segunda-feira (12). Contudo, ele não compareceu e será intimado para depor nesta terça-feira (13).

Conforme o responsável pela 2° Delegacia de Polícia de Itapetininga, a informação inicial é de que o homem é um fazendeiro e tem mais de 50 anos de idade. “O encontramos depois de pesquisar a placa da caminhonete que ele usou para levar o cão à ONG e abandonar o animal. Foi rápido”, conta.

No processo contra o suspeito estão incluídos dois crimes: abandono e maus-tratos contra animais, explica Cardoso. “Na maioria dos casos contra animais, o condenado responde com multa e serviços à comunidade. Normalmente a pessoa só vai presa, nesses casos, se ela não cumprir o que for obrigatório. Mas isso é uma suposição, claro, tudo depende da avaliação do juiz”, afirma.

Ainda segundo o delegado, ele espera concluir o processo até esta terça-feira (13), caso seja confirmada a oitiva com o suspeito. “A imagem é clara, não há muito a se falar contra ela”, conclui o delegado.

Maus-tratos

Representantes da ONG União Internacional Protetora dos Animais (Uipa) registraram boletim de ocorrência na sexta-feira (9) após uma câmera de segurança, colocada justamente para flagrar pessoas que abandonam cães e gatos no local, ter flagrado o abandono de um cachorro.

Homem parou em frente a ONG e jogou animal
Homem parou em frente a ONG e jogou animal

As imagens mostram o homem estacionando a caminhonete em frente ao portão da entidade. Ele desce do carro, sobe na caçamba, desamarra o animal e o joga dentro da ONG. Uma das voluntárias da Uipa assistia à movimentação pelas câmeras de monitoramento. Ela foi até o portão no momento e pediu para que o homem entrasse. Enquanto ligavam para a polícia, o homem fugiu.

De acordo com a veterinária da entidade, Nádia Campanholi, o homem chegou a afirmar para as funcionárias que deixou o cachorro na ONG porque ele estaria comendo galinhas de seu sítio. “Ele disse que tinha achado o cachorro na estrada, que ele não sabia o que fazer e resolveu jogar lá. Aí ele mudou a versão, falou que o cachorro era do caseiro de um sítio dele. Mas logo ele falou que não. Que o cachorro era dele mesmo, que estava comendo as galinhas do sítio e por isso resolveu jogar no abrigo. Em seguida, fugiu”, afirma a veterinária.

Segundo Nádia, é comum esse tipo de cena. “Muito comum essa cena. Eu não sei, mas as pessoas acham que o abrigo não possui câmeras. Temos um monitoramento de 24 horas. A noite teve caso de deixaram uma cadela amarrada com filhotes e caixas com gatos. É comum”, ressalta.

Ainda de acordo com a veterinária, o animal está bem e ficará em um lar transitório até a conclusão do inquérito policial.

Fonte: Fonte: G1

Artistas tiram fotos divertidas com animais abandonados para incentivar a adoção

Foto: Divulgação

No Brasil, existem aproximadamente 30 milhões de animais abandonados. Sim, tudo isso! Para diminuir este número e evitar que ele cresça ainda mais, a OSCIP Ampara Animal lança anualmente um calendário recheado de celebridades, que para 2017 tiraram fotos bem divertidas ao lado de cães e gatos para incentivar a adoção.

A direção criativa das fotos foi assinada pelo publicitário e artista Rafael Mantesso, dono do Bull Terrier Jimmy Choo, um dos cães mais famosos do Instagram. “Sempre ao Seu Lado” é o tema dessa edição especial que ganhou traços simples, despojados e divertidos pelas mãos de Rafael, resultando em fotografias de bons momentos com animais resgatados e personalidades apoiadoras da causa animal.

Participaram do projeto a atriz e modelo Yasmin Brunet, Gianne Albertoni, as atrizes Sheron Menezes, Thaila Ayala, Giovanna Ewbank, Cleo Pires, Fiorella Matheis, Ellen Jabour, as apresentadoras Fernanda Paes Leme e Sabrina Sato, o comediante e ator João Vicente de Castro e o ator e empresário Bruno Gagliasso.

O calendário custa R$25,00 e iniciou suas vendas a partir do dia 11 de dezembro no site da instituição e dia 14 no site da 89FM Rádio Rock, 100% do valor das vendas será destinado aos projetos da AMPARA Animal, organização que há 6 anos atua de forma preventiva e amplamente significativa. Atualmente a entidade é a que mais ampara animais no país e ajuda mais de 200 ONGs e protetores independentes com rações, vacinas, medicamentos, atendimento veterinário e eventos de adoção. São cerca 10 mil animais ajudados mensalmente, além dos projetos de castração em comunidades carentes para controle populacional, conscientização e conservação de animais silvestres.

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Ajude a campanha e lembre-se: NÃO COMPRE, ADOTE!

Fonte: Razões para Acreditar

Gata é atingida por tiro na Serra

Gata chamada Ana, de 8 anos, da proprietária Iracema Nascimento, chegou em casa com ferimentos ontem (6/12). Ao levá-la ao veterinário, foi constatado perfuração por tiro.

Em função dos focos de hemorragia no abdômen, além da sutura do peritônio, o veterinário Rafael Fiorin, da Clínica Veterinária Dr. Rafael Fiorin, submeteu à gata ao procedimento de laparotomia exploratória, para verificar a gravidade do ferimento internamente.  O animal também recebeu os medicamentos necessários, como antibióticos e anti-inflamatórios.
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No momento, o quadro da gata é estável, sem risco de vida. O veterinário contou que é comum receber animais com perfurações de tiro ou mesmo com balas alojadas em seus corpos. “Já houve óbitos por conta disso. A prática, infelizmente, é intencional, o que corresponde à crime contra os animais. E eles não são animais de rua, são animais com donos”, garante Dr. Rafael.
“Uma vez, recebemos um pitbul com cinco balas alojadas na sua musculatura, na altura do pescoço. Passou por cirurgia de laringe, mas sobreviveu. As balas não foram retiradas”, lembra.
A gata foi atingida em André Carloni, na Serra,município de alta criminalidade. Até o momento o autor do disparo ainda não foi identificado.

Natal Solidário dos Aumigos

Vem ai o Natal Solidário dos Aumigos, um evento para ajudar outros animais. Agende em seu calendário este dia como o dia da ação solidária Animal! Todos juntos podemos muito mais!!!
Pegue seu gorro ou sua roupinha de natal e venha participar!!
*Valendo brinde para os três Dogs mais bem vestidos(caracterizado com o tema)
Momento de confraternização, agradecimento e unidade!!
Somos a Família Aumigos!!
Doação não é obrigatória!!

Realização: Encontro de Aumigos Brasil 

Participe!!!

Data: 10 de dezembro

Horário: 17 às 20h

Local: Boulevard Shopping Vila Velha

Rodovia do Sol, 5000

Ex-tatuador fatura com esculturas e pinturas de cachorros e expõe até em NY

Já imaginou ter uma obra de arte inspirada em seu cãozinho para apreciar a hora em que quiser? Foi nessa ideia que Fabio Polesi, 43, de São Paulo, decidiu apostar. Ele faz esculturas e pinturas de bichos de estimação, principalmente cachorros, e tem sua obra exposta em uma galeria de Nova York (EUA). Por esse canal, já vendeu suas peças para 16 países diferentes.

Ele entrou na chamada “pet art” por acaso. Já havia trabalhado como tatuador e estava atuando no ramo da decoração quando teve a ideia de pintar uma escultura de buldogue francês. “Foi aí que percebi que peças de decoração de cães vendiam mais”. Ele passou a participar de eventos pets e até de aniversário de cachorro quando decidiu investir de vez no negócio.

Seus destaques são os cofres em formato de buldogue francês e inglês, bull terrier e american bully. O plano para o próximo ano é aumentar em mais três os tipos de raça oferecidos. Os preços variam de R$ 150 a R$ 200. O cliente escolhe entre fazer um modelo inspirado em seu cachorro ou peças customizadas com roupas de super-heróis, desenhos e cores diferentes.

O pet artista, como se intitula, também faz quadros dos animais e estampas em acessórios. “Dá para fazer em qualquer coisa, até em garrafa, parede, cadeira, geladeira e skate”, diz.

Ele afirma que, no Brasil, 90% dos clientes querem uma arte com o seu próprio cachorro. “Nos EUA, os consumidores compram se gostam, independentemente de ser a raça de seu cão ou não.”

Em maio do ano passado, quando ainda estava começando seu trabalho, ele fazia cerca de 20 cachorros por mês. Meses depois, em novembro de 2015, já confeccionava 250 modelos. Hoje, ele já não consegue mais mensurar quantas peças entre cofres e desenhos personalizados faz. O faturamento e o lucro não foram informados.

 

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Exposição nos EUA

O sucesso em apresentar os animais de forma estilizada deu tão certo para Polesi que ele começou a expor seu trabalho em Nova York (EUA), no final do ano passado, após ajuda da curadora da Ward-Nasse Gallery, Leda Maria Prado. Ele diz que, como é membro da galeria, suas peças são expostas permanentemente.

Os cachorros são vendidos tanto para os americanos, quanto para turistas. “Minhas peças compradas na galeria foram para 16 países diferentes”, afirma. Ele também fez eventos na Califórnia, em locais como Los Angeles e Beverly Hills, e tem suas peças vendidas em um petshop de lá. O próximo passo é investir na Europa.

Criou coletivo de artistas

A expansão também fez com que Polesi criasse, neste ano, o Pet Art Crew, em que com outros cinco artistas brasileiros e estrangeiros fazem os pets estilizados. “É um coletivo de artistas convidados para trabalhar comigo, e cada um tem sua linha de arte”. Ele afirma, porém, que é difícil viver só como artista no Brasil. “A maioria tem um outro trabalho sem relação com arte”.

Para ele, os brasileiros têm dificuldade de comprar a arte apenas pela arte. “Eles têm que ver alguma utilidade para o que vão comprar. Por isso fiz o cofre. Muitos nem usam como cofrinho, mas precisam de um motivo para gastar.” O Pet Art Crew também tem tênis e capinhas de celular com desenhos de cachorros.

Segmento de economia criativa está em alta

Para o consultor do Sebrae-SP Adriano Augusto Campos, o setor de economia criativa está em crescimento. “São vários segmentos que trabalham com arte e utilizam a criatividade em vez de só reproduzir algo.  Eles estão blindados contra a robotização.”

Ele explica ainda que o artista conseguiu juntar dois fatores que também estão em alta: a arte e os pets. “Aos poucos, ele vai criando sua identidade.”

Artista precisa conhecer seu público

O cuidado, segundo o consultor, é que, na arte, o comprador precisa saber quem é o artista, caso contrário, ele não se fideliza. “É preciso criar relacionamento”.

A distância entre artista e consumidores pode dificultar também o conhecimento do público-alvo. “Ele pode não saber com muita clareza quem são seus clientes”.

Onde encontrar:

Pet Art Crew: www.facebook.com/petartcrew

Fonte: UOL