Monthly Archives: dezembro 2017

Um Natal dedicado aos pets

Clube Shih-Tzu do ES promove festa de final de ano entre donos e pets.

Quem disse que o Natal é momento de confraternização só de humanos, está enganado. Com direito a uma festa especial para os pets, este ano foi a vez do Clube Shih-Tzu do ES (@shihtzusdoes) celebrar a data. A organização da festa ficou por conta das fundadoras e idealizadoras do grupo, Alessandra de Paula, Ariana Mendonça e Daniele Benevides.

O evento aconteceu no Dog Hotel com espaço, conforto e segurança para os cães se divertirem.  Entre as atrações da festa, teve palestra sobre castração com a médica veterinária Dra. Joana Tebaldi e os pequenos puderam contar com piscina de bolinha, brinquedos espalhados por todo o espaço, mesa natalina com guloseimas pets feitas e decoradas pela Petscando, roupas e adereços do Mar de Idéias e ainda muitos brindes sorteados para os participantes.

Como forma de carinho com cada tutor, foi preparada uma árvore surpresa com fotos dos donos com e seus pets. A festa que teve duração de quatro horas, encantou os participantes com um momento dedicado aos peludos e deixou o pedido e desejo de mais confraternizações para o ano de 2018.

Como surgiu o grupo:

Daniele que é dona de um lindo casal de shih-tzus, Oliver e Vida, sugeriu criar um grupo informal em um aplicativo para encontros de amigos donos de shih-tzus. As amigas e também tutoras de cães da mesma raça, Alessandra e Ariana, aceitaram a proposta e a participação na administração do grupo.

O clube que fará um ano em fevereiro de 2018, cresceu em uma proporção muito rápida, ganhou marca, camisas e bandanas personalizadas. Cada membro é convidado e os participantes devem acordar com as regras de convivência. Hoje são mais de 170 participantes em todo o Espírito Santo, trocando dicas e informações da raça, além de apoiar a causa de proteção e bem estar animal.

Flagra: homem é visto saindo de Igreja e abandonando filhote de gato em terreno

É difícil de acreditar, mas as filmagens comprovam. Um homem foi flagrado saindo de uma Igreja, do bairro Mata da Praia, em Vitória, carregando um gato e o abandonando em um terreno próximo à rua João Baptista Celestina. O autor das filmagens, o adestrador Leonardo Tschaen, contou que percebeu que o rapaz, ao sair da Igreja, levava o filhote de forma abrupta e por isso resolveu segui-lo. Questionado pela atitude, o homem disse que o animal não podia ficar na igreja e que ele nada poderia fazer. Ação gerou revolta em uma mulher que também passava pelo local.

“Por que você está fazendo isso com o bichinho que apareceu lá (igreja). Ele não apareceu na minha casa. Se fosse na minha casa eu não jogava ele assim não. Agora, apareceu na igreja, um lugar onde vão milhões de pessoas e vocês não podem colocar ele para doação?”, indagou a mulher ao rapaz, que se recusou a dar explicações e foi embora.

Por lei, abandonar animais em logradouros públicos é crime e quem cometê-lo deve ser punido com prisão, multa e perda da guarda do animal, de acordo as leis vigentes. O artigo 32 da Lei 9.605 determina detenção de três meses a 1 ano e multa a quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos ou realizar experiência dolorosa ou cruel em animal vivo. A punição é aumentada de um sexto a um terço se ocorrer morte do animal.

Uma nova chance
Sensibilizado, Leonardo Tschaen recolheu o filhote, levando-o para a sua residência. Ele prestou queixa na Prefeitura de Vitória (registro 2017065831) e aguarda as providências. O gato é, na verdade uma fêmea de aproximadamente 3 meses, e já ganhou o nome de Lisa.

“Ela está traumatizada. Foge das pessoas, procura se esconder a todo momento. Como já está sendo adestrada, aos poucos, vai melhorando”, conta Leonardo. O adestrador irá encaminhá-la para um médico veterinário, e, em seguida, para a adoção. Interessados podem entrar em contato com a Revista Bicho SA, através do email bichosa@bichosa.com.br.

Autor do Vídeo: Leonardo Tschaen

Ativistas lutam para proibir importação de foie gras na Suíça

A produção nacional destes produtos já proibida.

Crédito: Keystone

Grupos de ativistas planejam lançar uma campanha para proibir importação de produtos como foie gras, pernas de sapos e barbatanas de tubarões em território suíço.

O movimento começou depois que uma proposta com estes mesmos objetivos foi rejeitada no Senado. A produção nacional destes produtos já é proibida.

De acordo com Michael Gehrken, diretor da Swiss Animal Alliance, a campanha já está sendo desenvolvida e poderá ser lançada oficialmente no início de 2018.

O projeto de lei que foi rejeitado no Senado era defendido pelo parlamentar Matthias Aebischer, e havia sido aprovado na Câmara dos Deputados em junho.

Campanha ‘Natal Sem Fome’ busca apoio para 130 cães carentes no ES

Até setembro de 2017, cerca de 80 cachorros receberam ajudas do projeto.

As festas de fim de ano se aproximam e com isso diversos projetos solidários ganham forças e atingem aos mais necessitados. Dentre eles está o ‘Natal Sem Fome- Abrigo Bichos Carentes’. Com o objetivo de arrecadar cerca de 1, 5 toneladas de ração, a idealizadora que possui uma parceria de anos com o abrigo, busca cerca de 80 padrinhos que se sensibilizem com a ação e doem cerca de R$30 para a concretização da compra até o dia 15 de dezembro. Além disso, produtos simbólicos como canecas, chaveiros e copos são vendidos e o dinheiro arrecadado é revertido na compra de medicamentos e castração durante o ano todo.

Até setembro de 2017, cerca de 80 cachorros receberam ajudas do projeto.
Com cerca de 130 cães acolhidos pela Ong Bichos Carentes, no período de fim de ano, as dificuldades com alimentos para os animais aumentam. A ideia da idealizadora Patrícia Gonçalves é armazenar a ração antes que a situação piore para a cuidadora dos animais desabrigados. “Todo mês o abrigo precisa de uma enorme quantia de ração, a campanha de Natal é para que seja feito um racionamento, pois nesta época as pessoas que costumam nos ajudar, têm outras prioridades”, explica.

Apesar de proporcionar uma maior divulgação em dezembro, desde o início deste ano Patrícia, que ajuda outras Ong’s capixabas, incentiva através das redes sociais, que seus amigos e seguidores se solidarizem com os bichinhos mais necessitados. “Eu costumo realizar vaquinha online e divulgar os produtos do Projeto Ajuda Pet ‘Não ao Abandono’, para que os recursos não fiquem escassos. Com isso, conseguimos quitar castrações e comprar alguns medicamentos. Nada em grande proporção, como eu gostaria que fosse, mas sempre busco fazer a diferença na vida dos animais carentes”.

Todo trabalho feito por Patricia é divulgado como uma forma de prestação de contas através da fanpage Projeto Ajuda Pet “Não ao Abandono” . Os acessórios que fazem parte do Projeto Ajuda Pet possuem frases para amantes dos animais, como exemplo “Eu tenho um filho que não é bem a minha cara, mas é o amor da minha vida!”, que está estampada na caneca, vendida por R$10. Esses são comercializados na loja Pet Lara Laoli, localizada na Rua do Bradesco, no Centro de Guarapari.

Quem não tiver interesse em adquirir o produto, pode realizar doações através da Vaquinha Online e acompanhar os valores arrecadados (clique aqui), ou comprar ração nas lojas Agropampas e Casa do Agricultor, que terá o destino correto para o Abrigo Bichos Carentes. Para se tornar um padrinho com a doação de uma parcela única de R$30, basta entrar em contato com Patrícia Gonçalves, através do perfil pessoal no Facebook (clique aqui), ou via e-mail ticia2004@hotmail.com.

Fonte: Folha Online

Vida de Dog Model

Sensação das redes sociais, pets ajudam empresas a divulgar produtos e serviços

Eles são peludos, fofinhos, engraçados, mansos ou temperamentais e fazem o maior sucesso entre o público infantil e adulto. Com tantos atrativos, tornaram-se modelos perfeitos para divulgar marcas, produtos e serviços tanto do mundo pet quanto de outros segmento. Há também aqueles que simplesmente “bombam” nas redes sociais e seguem colecionando suspiros, likes e centenas de milhares de seguidores. Assim é a realidade de um ItPet ou de um PetModel, como a shih tzu Cacau, eleita a nova “garota propaganda’ do pet boutique Mon Petit Ami, do Shopping Vitória.

Hoje em dia há empresas especializadas em encontrar o pet ideal para a divulgação de tendências. Mas no caso da Mon Petit Ami, os motivos que levaram a proprietária da loja, a veterinária Joana Tebaldi, a escolher a pequena Cacau como dogmodel foram outros. A shih tzu de cor fígado, totalmente sólida, é também o mais novo membro da família. “Adquirimos a Cacau dez meses após o nosso poodle Dick, de 16 anos, nos deixar”, lembra Joana.

E Cacau parece que já nasceu para ser celeridade. Como muitas modelos brasileiras que fazem sucesso internacional, a cadela é natural do Rio Grande do Sul e chegou em Vitória em um voo noturno, no dia 31 de maio deste ano, com apenas dois meses de vida.

Ainda muito jovem e iniciante na carreira, Cacau vai com sua tutora diariamente para a pet boutique e, de lá, posa para as fotos que viram posts diários e já atraem seguidores nas redes sociais. “Focamos em penteados, hidratação, acessórios e produtos comercializados em nossa loja, além de informações úteis, dicas relacionadas à vacinação e à saúde dos pets”, conta a proprietária. A dog model protagoniza momentos engraçados também, compartilhados no histories das redes.

Por conta das postagens fofas e úteis, em dois meses, a shitzu ganhou quase três mil seguidores no Instagram (@cacaushitzu_vix) e segue recebendo solicitações diariamente. Além da beleza e da cor pouco comum, que chama muito a atenção, ela agrada também pelo temperamento dócil, adorando um colo e muitos carinhos.

“É  comum ela ficar estirada na porta da loja, como um tapete. Os clientes entram e se encantam. Alguns chegam a achar que trata-se de um brinquedo de pelúcia e se impressionam quando ela se movimenta”, entrega Joana, explicando que Cacau foi treinada e não sai do espaço físico da loja. Em casa, a dogmodel é também a paixão do filho, Heitor, e do marido, Diogo.

Todo o potencial do perfil da Cacau já pode ser notado por empreendedores. Por isso, ela conquistou o patrocínio exclusivo de uma conceituada marca de medicamentos para fungos e carrapatos, mostrando que, além de belas, suas madeixas estão imunes aos parasitas por 12 semanas consecutivas, até uma nova aplicação.

Embora novata, Cacau é mais um pet do Espírito Santo a “cair nas graças” dos internautas, validando a eficácia dessa estratégia de marketing fofa e agradável. Atualmente, outras estrelas capixabas, como o Oliver (@goldinhooliver) e a Kate (@kate.shihtzu) arrastam milhares de seguidores nas redes.

 

 

 

A angústia da espera

Há meses, a família do vira-lata Duque busca por pistas para encontrá-lo

 Foi no dia 9 de junho de 2016, por volta das 16 horas,  no bairro da Glória, em Vila Velha, que a mãe de Nelza Specemille abriu o portão para dispensar o lixo, sem perceber que, naquele momento, Duque, o amado cachorro da família, escapava pelo portão, sorrateiramente. Desde então, Nelza, parentes, amigos e uma legião solidária, comovida com o sumiço do cão e o sofrimento dos seus familiares, procuram, por todo o canto, pistas que possam levar ao animal. Uma busca  que começou no meio do ano, mas ainda não tem data para terminar.

“Eu não vou desistir”, afirma a dona. A mobilização iniciada por Nelza para ter de volta o vira-lata branco, da pinta preta em um dos olhos, simpático, brincalhão, inteligente, companheiro fiel do pai diagnosticado com Alzheimer, impressiona. De tanta divulgação, sua história repercutiu fora do estado e do país. “Já recebi ligação até da Paraíba. E outro dia, uma moça da Itália me ofereceu recursos que pudessem ajudar a encontrá-lo. Realmente, muitas pessoas se solidarizam com a nossa busca”, comenta. O desaparecimento do Duque ganhou destaque na TV local, estadual, nos jornais impressos e nas redes sociais. Cada postagem sobre o Duque recebe milhares de likes e centenas de comentários.

Nelza conta que já percorreu toda a região, as localidades mais longínquas e inusitadas, bairros inóspitos e até o lixão, atrás do cão. “Rodamos a pé, de carro, de moto, todos os bairros e muitas vezes, e não o encontramos. O desejo de encontrá-lo é tão grande, que perdemos o medo”, confessa. Segundo ela, a procura permanece, com a colaboração de conhecidos e desconhecidos. “Checamos todas as informações, sem exeção. Qualquer mensagem, ligação, comentário é levado a sério. E desde que ele sumiu, recebemos indicações das pessoas, na tentativa de encontrá-lo”, relata.

Hoje, a rotina de Nelza, que trabalha em uma empresa de importação e expotação, inclui também checagem diária nas redes, troca de informações, comentários, posts, ligações e outras ações. O grupo do whatsapp criado para mobilizar as pessoas permanece. Vestida com a camisa de divulgação do desaparecimento do Duque, visita eventos, vai aos locais movimentados, distribui cartazes com seus contatos e mantém a recompensa de R$ 1.000,00 (mil reais) para quem descobrir o seu paradeiro.

 

 

 

Dor sem fim

A busca por Duque é tão intensa quanto a saudade que Nelza, seus pais e seu filho sentem dele. “É um membro da família que desapareceu. Um buraco no peito, uma ausência, uma falta que nada preenche”, lamenta. Quando questionada sobre o seu estado emocional, confessa:”já me desesperei, me revoltei, passei por luto e desesperança. Acho que passei por diversas fases. Mas hoje mantenho a esperança. Conheci casos de animais que foram encontrados meses depois. Alem disso, encontro forças nas palavras das pessoas, que sempre me incentivam a não desistir. Então, sigo firme, trabalhando e sonhando com o dia em que nos encontraremos novamente”.